Mais da metade dos 20 prefeitos que concorrem este ano à reeleição arrecadou mais do que seus adversários, de acordo com a primeira prestação de contas divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Treze deles conseguiram mais receita por meio de doações de pessoas físicas e de empresas do que os concorrentes, segundo os dados registrados até a última sexta-feira (15).
Entre os 13 candidatos à reeleição com mais dinheiro arrecadado, oito deles encabeçam as pesquisas eleitorais divulgadas até agora. São eles: os prefeitos Cícero Almeida (PP), de Maceió, João Coser (PT), de Vitória, Iris Rezende (PMDB), de Goiânia, Nelson Trad Filho (PMDB), de Campo Grande, Ricardo Coutinho (PSB), de João Pessoa, Silvio Mendes (PSDB), de Teresina, Beto Richa (PSDB), de Curitiba, Edvaldo Nogueira (PCdoB), de Aracaju.
Na contabilidade geral, a campanha de quem busca a reeleição começa bem mais tranqüila em relação à de quem tenta chegar ao comando de uma das capitais dos 26 estados brasileiros. Em média, os 20 prefeitos candidatos arrecadaram R$ 355,9 mil e os outros 142 concorrentes, R$ 81,3 mil.
Ou seja, os prefeitos arrecadaram quatro vezes mais do que seus adversários diretos. No saldo, a diferença entre as receitas e despesas declaradas até aqui pelos atuais prefeitos é de R$ 130 mil contra míseros R$ 444 dos demais postulantes.
Fonte: Congresso em Foco



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